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Memória ancestral e a resistência das mulheres negras

E porque a ancestralidade nos importa? Porque crescemos e aprendemos umas com as outras a sermos mulheres negras! Considero hoje minha mãe a primeira feminista negra que conheci, uma mulher negra que dormiu com uma criança no colo por mais de trinta dias na rodoviária aprendeu nas lições da rua a palavra resistência e desde meus primeiros passos me mostrou que eu precisaria resistir à invisibilidade.