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Ocupar a Universidade: Cotas! É o nosso povo colorindo a educação brasileira!

Durante mais de três séculos, nesse país o meu povo ficou do lado de fora do ensino regular, assim como ficou à margem do acesso a emprego, saúde de qualidade e a garantia doa direitos básicos para sobrevivência. Mas meu povo resistiu! E através do Movimento Negro organizado, vem lutando pelo direito ao acesso a educação, enquanto massificamos as taxas de evasão escolar, de mortalidade infantil e materna, além da morte precoce dos nossos meninos, que mortos ou encarcerados acabam desumanizados, deixando de ser gente, tornando-se apenas estatísticas.
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Negro gaúcho. Memória farroupilha ou lanceira?

O escravo gaúcho, no campo, normalmente se dividia em dois grupos: o da charqueada e o campeiro. A lida de um escravo campeiro, em geral, não era tão ”penosa” como nas charqueadas, visto que se trabalhava a cavalo e entre poucas pessoas. Essa função era vista como perigosa pois a estes cativos eram entregues instrumentos de trabalho e andavam a cavalo sem nenhuma vigilância. Isso reforça o mito de que a escravidão no RS tenha sido mais branda, pois nas charqueadas e nas fazendas cafeicultoras e açucareiras, não se encontrava escravos com tais níveis de “liberdade”, no entanto não há um consenso entre os historiadores a respeito da participação do escravo na atividade pastoril.