Saiu o resultado do Prêmio Mulheres Negras Contam sua História

A Secretaria de Políticas para as Mulheres divulga o resultado do Prêmio Mulheres Negras Contam sua História:

Agraciadas na categoria redação:
1. MARISOL ADELAIDE CORREA com a redação intitulada “DO LUTO À LUTA: A HISTÓRIA DE TRÊS CONTINENTES MARCADOS PELO RACISMO.”
2. RAQUEL TRINDADE DE SOUZA com a redação intitulada “MINHA INFÂNCIA”
3. GLÓRIA MARIA GOMES CHAGAS SEBAJE com a redação “O bulling e a criança negra na escola pública, até quando?”
4. ELIANE APARECIDA DA SILVA PINTOR com a redação intitulada “O DIREITO AO NARCISISMO”
5. CREUZA MARIA DE OLIVEIRA com a redação intitulada “MINHA LUTA É PARA VER TORNAR-SE REAL O SONHO DO TRABALHO DOMÉSTICO DECENTE”

Agraciadas na categoria “Ensaio”:
1. CLAUDENIR DE SOUZA – com o ensaio “Trabalho Doméstico”
2. CLAUDIA MARQUES DE OLIVEIRA com o ensaio intitulado: “O RISCO DE SER MULHER NEGRA: ENTRE A RAZÃO E A EMOÇÃO.”
3. DORIS REGINA BARROS DA SILVA com o ensaio intitulado: “TEIAS DA MEMÓRIA E FIOS DA HISTÓRIA: LAÇOS E ENTRELAÇOS.”
4. PATRICIA LIMA FERREIRA SANTA ROSA com ensaio intitulado: “UNIVERSIDADE PÚBILCA: SONHO, DIREITO OU PRETENSÃO?
5. TASSIA DO NASCIMENTO com ensaio intitulado: “VOZES-MULHERES”

Agraciadas com menção honrosa – por decisão da Comissão Julgadora, não implica em prêmios em valores monetários.
Menções Honrosas pela “Redação”:
1. VALDENICE JOSÉ RAIMUNDO com a redação intitulada “PARA ALÉM DAS EXPRESSÕES PERVERSAS DO RACISMO: UMA HISTÓRIA DE CONQUISTAS”
2. LEILA REGINA LOPES com a redação intitulada “DITA – IDENTIDADE QUILOMBOLA”

Menções Honrosas pelo “Ensaio”:
1. ANGELA MARIA BENEDITA BAHIA DE BRITO com o ensaio intitulado: “NEGRANGELA: EXCEÇÃO À REGRA”
2. JUREMA PINTO WERNECK com o ensaio intitulado: “MACACAS DE AUDITÓRIO? MULHERES NEGRAS, RACISMO E PARTICIPAÇÃO NA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA.”

A SPM divulgará a entrega pública dos prêmios, a ser realizada durante o mês de abril.
A publicação dos trabalhos acontecerá no 2º semestre de 2013.

Fonte – Blog da Cidinha da Silva

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Sobre a obra de Chimamanda Adichie e a construção da identidade dos negros

Dessas narrativas, permanecem as formas de poder e como elas se instalam em todas as relações humanas. Achei muito semelhante à perda da identidade do negro no Brasil, que teve por consequências a invisibilidade da mulher negra e um racismo sempre latente, nunca explícito. Ao mesmo tempo, há resistência, quando os personagens buscam o conhecimento ancestral das tribos para resolver seus problemas, e uma sensação no leitor de que existe algo errado a todo o tempo, para além da guerra e da violência. Se você é uma mulher negra, talvez seja possível se encontrar em cada uma das personagens e, ao mesmo tempo, em nenhuma.