
O racismo não é um lapso, muito menos uma irracionalidade. Ele é um projeto de poder orquestrado no consciente e no inconsciente, articulado ardilosamente para que as pessoas negras nunca esqueçam que são objetos, mesmo quando nos recusamos e insistimos em ser alegria e festa. A existência desses espaços não pode ser justificada com nenhum discurso de “ocupar todos os espaços como estratégia”, porque a estratégia da branquitude é a morte e há espaços que nem deveriam existir, que dirá ser ocupados.
O vulcão é o Rei: dá-lhe dá-lhe ê

O baiano tem o molho?
