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	<title>Aline Djokic, Author at Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>A néscia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 20:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[25 de julho]]></category>
		<category><![CDATA[Industria da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagem: MarVin / Divulgação Achegue-se. E obrigada por ler esse texto. Mas cuidado, talvez você não goste do que está prestes a ler. Porque hoje eu decidi falar de mim e da minha relação com muites de vocês. Mas não quero falar para você. Não quero explanar algo complicado de maneira bem simples para você &#8230;</p>
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		<title>Era uma vez, uma enóloga negra! Entrevista com a graduanda de Enologia Larissa Bezerra </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 18:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de vinhos tem cerca de 10 000 anos. A nossa produção vinícola tem sua base na tradição vinícula de egípcios, gregos e romanos. Porém, e muito felizmente, vinhos não são exclusivamente produzidos no norte da África e na Europa.&#160; Brasil também produz vinhos, ainda que esteja muito longe de se tornar concorrência para &#8230;</p>
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		<title>Afinal, no Brasil existe colorismo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta é bem simples: não. Pelo menos não como nos EUA. O colorismo, ou colorstruck, ou pigmentocracia é um tipo de racismo intrarracial, ou seja, entre sujeitos de um mesmo grupo racial nos EUA. Lá, a comunidade negra acredita que haja um negro ideal, um fenótipo específico para o afroamericano, e esse ideal não &#8230;</p>
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		<title>Colorismo – sobre tonalidades e (in)visibilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2018 16:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há um pouco mais de três anos eu escrevi o primeiro texto sobre o colorismo e que pode ser lido aqui. Até aquele momento, segundo a minha pesquisa, não se usava esse termo para se referir à preferência de pessoas negras com traços mais próximos daqueles tidos como caucasianos. Isso, porém, não quer dizer que &#8230;</p>
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		<title>Oxum, Oiá e os espelhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 15:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[História africana]]></category>
		<category><![CDATA[Itan]]></category>
		<category><![CDATA[Oxum]]></category>
		<category><![CDATA[Oya]]></category>
		<category><![CDATA[Religião de Matriz Africana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carl G. Jung, ao começar sua pesquisa sobre os arquétipos e o inconsciente coletivo se perguntou que mito estaria vivendo, qual deles o influenciaria, desde o seu inconsciente. No livro „Mitologias“ Roland Barthes reuniu artigos onde analisava a presença e a produção ou repetição de narrativas mitológicas no cotidiano da França da década de 1950. &#8230;</p>
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		<title>A subjetificação do desejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 16:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relações Interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Lésbicas]]></category>
		<category><![CDATA[Visibilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este é um texto escrito às pressas como o despir-se agoniado e sedento de dois corpos que se desejam. Mas que corpos são esses? São corpos negros, são corpos de mulheres, são corpos de mulheres negras que se amam. Por pouco ou muito, ou há muito tempo. São lésbicas, são bissexuais. São corpos negros lésbicos &#8230;</p>
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		<title>#CriançaEsperança – Ninguém nasce racista ou a Branquitude que não quer se ver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2016 16:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Globo]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O video da campanha Criança Esperança faz uma afirmação muito importante „ninguém nasce racista“. Isso é algo inegável. Mas não é essa a questão. </p>
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		<title>Ser mulher no Caribe*</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2016 16:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[feminilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres caribenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Rhoda Reddock]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Traduzido por Aline Djokic De Rhoda Reddock** No Caribe não há apenas um conceito de feminilidade, mas sim vários. Em Trinidad e Tobago há pelo menos três noções de feminilidade, uma junção das imagens construídas no decorrer da nossa história colonial: a feminilidade das africanas escravizadas, a das indianas condenadas ao trabalho forçado e a feminilidade &#8230;</p>
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		<title>A Cor Púrpura: o amor segundo Alice Walker</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 16:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[A cor púrpura]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Walker]]></category>
		<category><![CDATA[Bissexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Visibilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No romance “A Cor Púrpura“, de Alice Walker, a autora não deixa dúvidas de que o relacionamento entre Celie e Shug, as duas principais personagens do livro, seja amoroso. Essa informação se perde, porém, na adaptação do livro para o cinema e que foi dirigido por Steven Spielberg. Para alguns, o fato de o diretor &#8230;</p>
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		<title>A Construção da Identidade Negra e suas diferente fases</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 16:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Branquitude]]></category>
		<category><![CDATA[Fases]]></category>
		<category><![CDATA[Raça]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você vivia muito tempo achando que não era negro ou negra, se você sabia que era, mas não se sentia confortável com isso ou até mesmo se você sabia e se sentia confortável, porém se sentia inseguro ou insegura para poder afirmar sua negritude, você com certeza vai se identificar com esse texto. No &#8230;</p>
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