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	<title>Barbara Paes, Author at Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Como as escolas perpetuam a violência contra mulheres negras?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Barbara Paes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 15:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infância de meninas negras é frequentemente marcada por estereótipos racistas que nos desumanizam e sexualizam mesmo antes de entrarmos na puberdade. Uma pesquisa do Georgetown Law Center on Poverty and Inequality publicada em junho deste ano demonstrou que adultos consideram meninas negras “menos inocentes” do que meninas brancas da mesma idade. Rebecca Epstein, uma &#8230;</p>
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		<title>Negras na tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Barbara Paes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2016 19:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não há campos de atuação onde as mulheres estejam livres de machismo, mas no mercado de tecnologia, o predomínio masculino é latente. Alguns dados ilustram o cenário: segundo o INEP, dos 7.339 formados em ciências da computação em 2010, apenas 1091 (14,8%) eram mulheres programadoras. A pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), indicou que &#8230;</p>
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		<title>A suposta força infinita da mulher negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Barbara Paes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 16:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Estereótipos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Venho tentando escrever esse texto há algum tempo. Todo mundo conhece o estereotipo da negra forte e independente. Muita gente que eu conheço (inclusive eu e meus amigos) já repetiu rindo a frase “I’m a strong Black independent woman who don’t need no man”. A imagem da mulher negra forte, que aguenta tudo sozinha e &#8230;</p>
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		<title>Mas você não é negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Barbara Paes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2015 16:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Autodeclaração]]></category>
		<category><![CDATA[Classe social]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Toda vez que alguém me chama de “morena” ou “mulata” eu quero morrer um pouco. Ao mesmo tempo em que imagino que muita gente faça isso por costume, sem saber a violência que tá cometendo, carrego a certeza de que muita gente mede bem as palavras antes de verbalizar. Quando eu corrijo essas pessoas, e &#8230;</p>
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		<title>&#8220;Uma típica menina negra&#8221;: Negras e Universitárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Barbara Paes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2015 16:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Cotas]]></category>
		<category><![CDATA[Intelectuais]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esses dias eu vi um monólogo sensacional da Ernestine Johnson, chamado “The Average Black Girl”. Ernestine conta de quando ela conheceu a família branca do seu ex-namorado e como sua ex-sogra se surpreendeu com sua eloquência, dizendo que ela não era uma “típica menina negra”, pois “falava como branca”. Esse tipo de elogio atravessado e &#8230;</p>
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