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	<title>Eliane Oliveira, Author at Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Vamos falar de “ideologia de gênero” na escola? Sim, a ideologia masculina e heterossexual.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 16:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação antiracista]]></category>
		<category><![CDATA[Escola sem partido]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro interseccional]]></category>
		<category><![CDATA[Lbtttqia+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos maiores problemas da educação no Brasil atualmente é termos muita gente falando sobre ela sem ouvir quem, de fato, interessa, ou seja, estudantes e professores. São muitos “doutores em educação” formados por comentários de internet e por percepções inculcadas a partir de uma educação nos moldes do conservadorismo do período do governo militar. &#8230;</p>
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		<title>Cara pessoa branca bem intencionada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 16:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Branquidade]]></category>
		<category><![CDATA[Branquitude]]></category>
		<category><![CDATA[Cara gente branca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não tenho nada contra pessoas brancas, tenho vários amigos que são. Eu tenho sim, contra racistas. Então se você é branco e acha que racismo não existe, que é coisa de preto vitimista, esse texto não é pra você. Pode parar de ler por aqui, porque não quero ocupar seu tempo com meu textão. Se &#8230;</p>
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		<title>Cotas raciais: por dentro das comissões de averiguação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2018 16:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Cotas]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As cotas raciais é uma realidade, embora muitos ainda não tenham internalizado a importância dessa política pública para inserção da população negra em diferentes espaços, os dados apontam sua eficiência. Quando falamos em reparação histórica como mote para justificar a política de cotas é importante frisar que, com o final do período escravocrata, nada foi &#8230;</p>
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		<title>Representação, representatividade e as armadilhas do neoliberalismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2018 16:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Meritocracia]]></category>
		<category><![CDATA[Neoliberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Representação]]></category>
		<category><![CDATA[representatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há tempos que tenho observado o quanto a mídia e determinados setores da sociedade tem eleito as novas representantes, novas vozes de segmentos que dizem respeito a negritude. Toda vez que vejo manchetes anunciando a “nova representante” de alguma coisa referente ao movimento negro me pergunto: quem elegeu?! Para essa discussão parto da premissa de &#8230;</p>
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		<title>A vida é feita de escolhas, eu escolhi sonhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2016 15:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Idade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[sonho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde sempre os homens e a sociedade taxam as mulheres, nos colocam rótulos, nos determinam papeis e lugares. De solteironas e lobas, nos medem de acordo com nossa idade e formas de encarar a vida. Balzac nos brindou com as suas belas mulheres de trinta, modelo de mulher que alguns homens ainda consideram como ideal. &#8230;</p>
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		<title>Aborto, de quem é o crime?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2016 16:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Clandestinidade]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos sexuais e reprodutivos]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inicio esse texto me indagando: afinal quem sou eu para falar sobre aborto? Se nunca abortei, se nunca passei pela situação de desespero da decisão de parar ou seguir em frente numa gravidez não planejada? Ora, sou feminista, defendo o direito ao corpo e que todas as decisões caibam à mulher, mas nunca precisei decidir &#8230;</p>
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		<title>Reflexões sobre criar filhos sozinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2016 16:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Culpabilização]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre maternidade não é algo fácil, muitos são os condicionantes e formas de olhar para essa questão, mas quero refletir sobre ser mãe solo, ou “mãe solteira”. Nas dores e escolhas que fazemos na vida pautando nossas filhas e filhos como mais importantes e nas muitas vezes que nos anulamos sem ter o reconhecimento &#8230;</p>
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		<title>Precisamos falar sobre representatividade na política</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2016 16:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo político]]></category>
		<category><![CDATA[representatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já ficou evidente que o comprometimento com as causas sociais é um alvo distante dos nossos representantes políticos. Salvo raras exceções, o que temos visto é uma ausência de amplos debates e falta de legitimidade nos discursos daqueles que deveriam buscar soluções para as mazelas que atingem as minorias. O Brasil, nesse curto período de &#8230;</p>
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		<title>Em 2016 eu quero mais do meu feminismo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2016 15:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Preta e acadêmica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não sei precisar a partir de quando comecei meu aprendizado formal sobre as questões da minha negritude e do meu feminismo. Minha atual identidade passou a ser processada há bem pouco tempo, houve sim um despertar em mim para essas diversas coisas. Hoje digo em alto e bom tom que sou “negra e feminista”. Nesse processo, conheci &#8230;</p>
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		<title>O que aprendi com meu feminismo tardio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2015 16:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Midia]]></category>
		<category><![CDATA[sororidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sou mulher negra e periférica que já passou dos quarenta, que criou dois filhos sozinha, não por viuvez ou por conta de uma gravidez indesejada, mas sim porque fui preterida, trocada por uma não negra e, com isso, para não me ver submetida a humilhações desnecessárias, a saída encontrada foi assumir a responsabilidade sozinha. Sou &#8230;</p>
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