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	<title>História Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>200 anos da Independência: Brasil não superou narrativa do povo subalterno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Flávia Magalhães Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o ministro Alexandre de Moraes, atual presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral),&#160;vetou o vídeo da campanha do governo federal em comemoração ao bicentenário da independência no final de agosto, a&#160;preocupação dele era com o &#8220;viés político&#8221; do conteúdo. Uma vez retirado o trecho que reproduzia um lema da campanha eleitoral do candidato à reeleição &#8230;</p>
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		<title>Evolução para Todes: Mulheres e pessoas negras contribuem com diversidade na divulgação científica brasileira.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Inglez]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2021 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Você pode ser o que você quiser”. Quantas crianças e jovens podem ouvir e acreditar nessa frase tão potente? Considerando as desigualdades em nosso país, ouso dizer que: 1) muito poucas; 2) certamente não fui uma delas. Isso porque o racismo estrutural que constitui as instituições e todas as bases de nossa sociedade, ainda é &#8230;</p>
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		<title>Elaborar o passado. Por quê?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Passado]]></category>
		<category><![CDATA[Ressignificado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que significa elaborar o passado para negros e indígenas no Brasil? Por que a memória é elemento importante para produzir conhecimento para tais grupos? Para refletir brevemente sobre algumas das minhas angústias formuladas nos questionamentos iniciais, apropriamo-nos da entrevista da série Vozes da Floresta conduzida pelo Le Monde Diplomatique Brasil com o ambientalista Aílton &#8230;</p>
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		<title>&#8220;violência gera violência&#8221; é a falácia colonial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Santiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fanon]]></category>
		<category><![CDATA[Protestos]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;a descolonização é sempre um fenômeno violento&#8220; Condenados da Terra, Franz Fanon. O mundo está em colapso há muito tempo. Nós, as mulheres negras, sempre soubemos. Mas não é para engrossar o caldo do &#8220;eu já sabia&#8221; que escrevemos, pois. Nossa força e intenção em registrar a história vem da lembrança e preza pela memória &#8230;</p>
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		<title>Lanceiros Negros e a Traição de Porongos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andressa Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2019 16:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Autonomia e Memoria]]></category>
		<category><![CDATA[Lanceiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andressa Mourão Duarte Pouco sabemos sobre a trajetória das nossas origens no caminho percorrido até o sul do Brasil, segundo Clóvis Moura (2014), a África era (e ainda é) um mosaico de culturas e não aquele conglomerado de indivíduos igualados no nível de semianimalidade como apregoavam os colonizadores. Não sabemos com exatidão quais as funções &#8230;</p>
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		<title>Porque hoje é 13 de maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Conversa Historiadora]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2019 16:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Levantes]]></category>
		<category><![CDATA[13 de maio]]></category>
		<category><![CDATA[Abolição]]></category>
		<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[Intelectuais negras]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto originalmente publicado no Conversas de Historiadoras Hebe Mattos Em tempos de vitória eleitoral da extrema direita, celebramos mais um treze de maio no Conversa de Historiadoras. 131 anos daquele 13 de maio de 1888, a tardia data em que o Brasil, ultimo nas Américas, aboliu legalmente a escravidão e reconheceu formalmente plenos direitos civis &#8230;</p>
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		<title>“Trilhas de Poeira na Estrada”: Trajetórias Antropológicas e Apagamento de Zora Neale Hurston</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Candida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 16:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Zora Neale Hurston (1891-1960) “gênia do sul”¹, foi aluna de Franz Boas &#8211; o pai da antropologia culturalista-, primeira antropóloga a pesquisar o negro e a religião vodu de uma perspectiva não racista nos EUA, mulher e negra. Como ainda pouco (ou nada) conhecemos, estudamos e discutimos sua obra no Brasil? Hurston, assim como inúmeras &#8230;</p>
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		<title>Piedad Córdoba: mulher negra candidata a presidência da Colômbia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elaine Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2017 16:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#Votepreta]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E a solidariedade ao povo venezuelano Advogada, ativista, defensora dos direitos humanos, filha de um casamento inter-racial, como é comum nos países colonizados, mulher de um carisma inigualável Piedad Córdoba pode ser a primeira mulher negra presidenta na América Latina. Usando sempre seu turbante, como um posicionamento político de fortalecimento com os laços africanos e &#8230;</p>
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		<title>No rufar do tambor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Cabral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 16:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baseados no enredo: &#8220;SOU BANTU, SOU KIMBONDO, SOU ANGOLA, SOU ESPÍRITO SANTO. SOU QUILOMBOLA!&#8221; da escola de Samba Novo Império, os compositores Dudu Martins, Adilson Magrinho, Dilsinho, Ferreira, Oscar Enrique, Rubinho Sambar, Gideão Dias e Wallace Arthur, escreveram um Samba Enredo cadenciadamente poético e convidativo. A melodia cadenciada e forte junto com a letra poética &#8230;</p>
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		<title>#SomosTodasMucamas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 16:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ideologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mucamas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Capitão do mato: a figura do capitão do mato, apesar de controversa, é uma das mais emblemáticas dentro do contexto de escravidão brasileira. Os capitães do mato eram homens negros alforriados que eram pagos para saírem à procura de outros homens também negros que haviam fugido de sua condição escrava. Encontrados esses homens, eles eram &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogueirasnegras.org/somostodasmucamas/">#SomosTodasMucamas</a> appeared first on <a href="https://blogueirasnegras.org">Blogueiras Negras</a>.</p>
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