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	<title>Afetividade Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>&#8220;Bodosa&#8221;, &#8220;brabona&#8221;,&#8221;foda&#8221;: todo mundo tem algo a dizer sobre as mulheres negras, ninguém tem tempo para ouvi-las</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Winnie Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 16:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Homens negros]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bodosa&#8221;, &#8220;brabona&#8221;,&#8221;foda&#8221;: todo mundo tem algo a dizer sobre as mulheres negras, ninguém tem tempo para ouvir o que elas têm a dizer sobre si mesmas. Eu já escrevi esse texto. Quem acompanha meus escritos vai lembrar de todas/ as vezes que eu escrevi coisas semelhantes. Ainda assim, dado um misto de acontecimentos e sentimentos &#8230;</p>
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		<title>31/05/2017</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AZA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2018 15:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Pretas de Peso]]></category>
		<category><![CDATA[Afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[Afeto]]></category>
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		<category><![CDATA[Poesia preta]]></category>
		<category><![CDATA[Pretitude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cê diz que eu sou sua rainha, mas vá com calma, rapaz Por baixo dessa tua pele clara Se esconde meu capataz Elogia a preta gorda, Faz de meu corpo seu projeto. Mas me chama de escrota, se lhe peço, imploro, afeto. Da minha pele escura, Se fala muito bem, ms a minha mente surta, &#8230;</p>
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		<title>O cuidado como uma atitude política</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariléa Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2017 16:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gizêlda Nascimento, no texto “Grande mães, reais senhoras”, diz que a experiência da escravidão de ontem e os processos de desamparo social de hoje favoreceram a formação de famílias negras fora dos padrões burgueses, idealizados em torno da família patriarcal nuclear. A função do cuidado nesse modelo recai sobre as mulheres. Ao contrário, afirma Gizêlda &#8230;</p>
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		<title>O Meu primeiro Afeto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Barbara Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2016 15:50:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[relações afetivas]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na aula de português, após sair de um grupinho de meninos, sentados a parede, veio a mim uma amiga atônita: “Bárbara! Você não vai acreditar, um dos meninos disse que gosta de você! Ele quer se declarar, te pedir em namoro. Meu Deus! Você vai?”</p>
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		<title>Carta de uma mulher negra aos homens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elisa de Sena]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2016 16:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quero dividir um pouco do que aprendi e venho aprendendo com as mulheres negras sobre relacionamentos. Falo sobre relações entre mulheres e homens. Primeiro porque em um relacionamento homoafetivo ambas, em geral, têm mais coisas em comum. Segundo porque, dada minha vivência, estou mais apta a falar da relação entre mulher e homem. A primeira &#8230;</p>
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		<title>Sobrevivendo apesar da falta de amor: Empoderamento afetivo da mulher negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dulci Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2014 16:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[sororidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema afetividade não alude apenas às relações conjugais, mas também às relações familiares e os laços de amizade. Todos esses aspectos carecem de estudos no que concerne à população negra. A abordagem da afetividade seja através de ações e práticas sócio-culturais ou educacionais é fundamental no processo de empoderamento e fortalecimento da auto-estima das mulheres negras.</p>
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		<title>Sororidade negra: laços invisíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Sousa e Mariana Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2014 15:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[sororidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Quando já não há palavras que deem conta de expressar o que sentimos quando vemos nossas irmãs sofrerem, ou mesmo quando vemos em seus olhos o brilho de satisfação de alguma conquista (que nos é tão caro e precioso), quando não nos cabe no peito a dor que sentimos pelas nossas irmãs ofendidas, ou a alegria imensurável que nos toma o corpo quando uma outra preta chega onde muitas de nós não conseguiremos porque diariamente os grilhões do racismo tende a nos aprisionar, só nos restará a sororidade negra, laço este de irmandade que servirá como o nosso amuleto de sorte, e a bala de canhão necessária para proteger umas as outras, e nos protegermos do mundo.		</p>
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		<title>A síndrome de Cirilo e o ciclo de violência familiar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2014 15:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome de cirilo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meu pai sempre foi o tipo de negro que fingiu a vida toda que o racismo nada tinha a ver com a vida dele. Sempre negou sua raça e suas origens, o que para mim trouxe consequências terríveis uma vez que nunca me senti a vontade para dividir a dor de passar pelo racismo que eu passava na escola, por exemplo. Como todo negro q ue nega suas origens meu pai não poderia fazer diferente, escolheu uma mulher branca para se casar. As consequências desse ato, que decorreu da falta de orgulho de si mesmo que meu pai sentia, trouxe-me as piores consequências. A mulher que meu pai escolheu, minha mãe, além de ser branca é também racista. Com certeza alguém dirá: impossível! como uma branco racista pode se casar com um negr? A resposta a essa pegunta não é nenhum pouco simples, mas, no caso da minha mãe, e pelo que ela própria relata, parece ter ocorrido uma certa falta de opção.</p>
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