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	<title>Machismo Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>O silêncio diante da opressões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patricia Anunciada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2017 16:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
		<category><![CDATA[Opressão]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>aviso de gatilho: narração de estórias de assédio; violência. ************************************************************** Hoje em dia temos observado pessoas que se consideram militantes contra o machismo, o racismo, a homofobia, entre outros, fazendo afirmações taxativas e equivocadas que comprometem a luta contra a opressão em nossa sociedade, e é interessante perceber como a voz dessas pessoas ecoa rapidamente &#8230;</p>
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		<title>Nicki Minaj e os vários estereótipos da mulher negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laura Vaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2017 16:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Protagonismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rap]]></category>
		<category><![CDATA[rapper]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando Nicki Minaj surgiu nesse contexto pop eu não gostei de cara. Digo contexto pop porque ela já fazia rap há muito tempo, mas o mundo pop tem um modo peculiar de tratar os artistas, as mulheres negras nem se fala. Enfim. Sempre gostei de música pop. Hoje, com 26 anos, não estou por dentro &#8230;</p>
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		<title>Grite: Me respeite!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wynne Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2016 16:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
		<category><![CDATA[respeito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Aqui o troco. Vaza, sua feia!”. Foi assim que o cobrador do ônibus que eu estava devolveu o troco de uma mulher, negra, alta, aparentemente com seus 20 anos. Engano dele se achou que ela aceitaria calada tamanha ofensa. Pois levantou-se e afirmou para que quem estava fora e dentro do ônibus pudesse escutar: “Você &#8230;</p>
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		<title>Como é ser mulher em uma noite de Carnaval em Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Josane Silva Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2016 15:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Lgbttfobia]]></category>
		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[relato]]></category>
		<category><![CDATA[salvador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; É bem verdade que faz algum tempo que Carnaval não me enche os olhos, mas por questões que não vêm ao caso nesse momento, permaneci em Salvador esse ano e como minhas amigas de Pernambuco estavam em minha casa saí com elas para mostrar e “aproveitar” a maior festa do mundo. E antes de &#8230;</p>
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		<title>Uma mulher com voz incomoda muita gente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mara Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 15:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Empoderamento]]></category>
		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é ser menina? É ter a saia rodada, o olhar baixo e a blusa florida? Ser menina é ser guriazinha, daquelas quietinhas que correm balançando o cabelo que gostam de cozinha? De onde eu venho, eles colocam a mão na boca de menina que não é assim, batem nos dedos, rasgam a roupa &#8230;</p>
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		<title>NOTA DE REPÚDIO CONTRA CASOS DE ESTUPRO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2015 15:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura do estupro]]></category>
		<category><![CDATA[denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
		<category><![CDATA[UFAM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Fórum Brasileiro de segurança pública apontam que a cada 12 segundos uma mulher é estuprada aqui no Brasil. Em 2012 foram 50.617 casos de abuso sexual. Cabe salientar que apenas 10% das vítimas oficializam a denúncia, o que segundo o IPEA aponta que ocorram no mínimo 527 mil estupros por ano, nos quais, &#8230;</p>
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		<title>Até o Tucupi de Rodar na Bica! Respeite as maninha que são travesti!!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Brasilis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2015 16:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[transfobia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As travestis e mulheres trans no Brasil nunca foram consideradas sujeitos de direito. É só analisar os privilégios cisgêneros e suas atitudes transfóbicas para com essa comunidade tão marginalizada. Se a sociedade é divida em classes sociais as travestis e transexuais pertencem ao nicho das margens sociais. A transfobia é tão naturalizada e inquestionável no &#8230;</p>
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		<title>NOTA DE SOLIDARIEDADE E REIVINDICAÇÃO ÀS CINCO MULHERES ASSASSINADAS EM ITAJÁ – RIO GRANDE DO NORTE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 18:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Extermínio]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Lgbttfobia]]></category>
		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A carne mais barata do mercado é a carne negra&#8230;” Ontem, 15 de Julho de 2015, cinco mulheres foram brutalmente assassinadas numa cidadezinha chamada Itajá, situada no interior do Rio Grande do Norte a 200 km da capital do Estado. Mesmo com todo silêncio e medo, as informações do entorno da comunidade rural Quilombo é &#8230;</p>
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		<title>Existe algo mais execrável que o Movimento Estudantil?</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/existe-algo-mais-execravel-que-o-movimento-estudantil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 16:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento estudantil]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deve existir. Mas, pessoalmente, ainda desconheço. Inevitavelmente, as universidades são um espaço de contato e envolvimento político. Não há como dissuadir a sua passagem numa Universidade, do mínimo contato com os seguintes termos: ME (Movimento Estudantil), DCE (Diretório Central das/dos Estudantes), CA/DA (Centro/Diretório Acadêmico). Junto com tais termos, há pessoas, grupos políticos pré-estabelecidos ou grupos &#8230;</p>
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		<title>Homens: não confundam educação com permissão</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/homens-nao-confundam-educacao-com-permissao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Josane Silva Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2015 18:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Agressão à mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
		<category><![CDATA[Misoginia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu adoro São João. Identifico-me absurdamente com essa manifestação cultural. E isso não ocorre por acaso. Sou do interior da Bahia, onde festa junina é uma tradição representativa muito presente. Por ser uma festa tradicional, de forma decisiva, nos coloca frente a comportamentos proporcionalmente tradicionais. Até selvagens, eu diria. Esse ano, antes de embarcar para &#8230;</p>
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