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	<title>Morte Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Carta ao Orun</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Ibejis]]></category>
		<category><![CDATA[Icu]]></category>
		<category><![CDATA[Ifá]]></category>
		<category><![CDATA[Iku]]></category>
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		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprendi nos livros, nos terreiros que visitei, nos jogos de Ifá, nos caminhos que cruzaram os meus, algumas coisas sobre a morte. A 1ª delas – e isso pode parecer óbvio à primeira vista – é que ela existe. A morte existe. Entretanto, apesar de vê-la todos os dias, só de fato a sentimos quando &#8230;</p>
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		<title>Desobedecer a morte, reinventar a vida: palavras de uso diário para se manter viva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Bem viver]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[resistência negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Ícaro às avessas:minhas asasincandescem o SolAsasque por meu corpo esperam:o que souse cumpre num voo.[…]”(Mia Couto, in: Águia, 2011) Se a palavra se fez verbo nem todas as conjugações estão para quem vive fora dopadrão. Viver não foi a palavra para os povos pretos na diáspora. Sobreviver se tornou seuverbo. Mergulhar nas memórias amorfas de &#8230;</p>
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		<title>Jamais aprendemos a morrer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Santiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[aviso de gatilho: dor, morte, genocídio] . . . . . A morte De quatro em quatro dias, Iku vinha à cidade de Ilê-Ifé munida de um cajado e matava indiscriminadamente as pessoas. Nem mesmo os Orixás podiam com Iku. Um cidadão prometeu salvar as pessoas. Para tal, confeccionou uma roupa feita com várias tiras &#8230;</p>
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		<title>Será que eu vou morrer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Teresa Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 18:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Travessia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha mãe disse sim. Todos vão morrer um dia, então que essa energia de preocupação seja &#160;resignifcada. Ela disse também que nesse momento é mais importante pensar nas redes de saberes coletivos que nosso povo se apoiou pra chegar até aqui, do que pensar a morte. Porque a morte é certa minha cara, disse-me ela &#8230;</p>
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		<title>Desesperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elisa Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2020 18:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Infância e Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio da juventude negra]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude negra]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Morte Jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aviso de gatilho &#8211; Desesperança, raiva, tristeza . . . Me dá uma desesperança danada quando vejo as vozes dos jovens pretos chorando as dores que carregam em seus pesados corpos com tão pouco tempo de vida.Eu choro com eles porque não posso tirar essa dor do peito deles.Choro porque lutei tão pouco para evitar &#8230;</p>
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		<title>A cor da violência: feminicídio de mulheres negras no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira e Laura Sito]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2018 15:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura do estupro]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio da mulher negra]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os riscos de uma jovem negra ser assassinada no Brasil é 2 vezes maior do que jovens brancas. É o que mostra o Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ) 2017, divulgada nesta segunda-feira, (11/12). O estudo faz parte de uma pesquisa desenvolvida pela Secretaria Nacional de Juventude, Unesco no Brasil e Fórum Brasileiro de &#8230;</p>
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		<title>O disparate de uma mulher negra, ateia e órfã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elaine Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2017 15:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[silêncio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TW: Trigger warning (Aviso de gatilho) &#8211; este texto traz relatos tristes e que podem comover você. Caso esteja sensível, recomendamos que tenha cuidado. . . . Os meus pais morreram faz pouco tempo. Eu era muito próxima a eles, conhecia-os profundamente em suas dores, seus dilemas, seus afagos e ternuras, que, por vezes, chegavam &#8230;</p>
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		<title>Justiça para  líder quilombola Maria do Céu Ferreira da Silva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 15:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[violência doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TW: Aviso de gatilho.: Este texto contém relatos de violência, sofrimento e dor. Recomendamos a você sensível a esses conteúdos que não os leia. &#160; &#160; &#160; &#160; Venho por meio deste, fazer um apelo às autoridades competentes, bem como aos movimentos de luta para o enfrentamento das violências contra as mulheres e a favor &#8230;</p>
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		<title>A morte em mim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Oct 2017 16:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Morri]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[sentir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Tudo que eu faço é póstumo, porque eu já morri por dentro”  Triturador de Ego &#8211; Eu sou o Gabe O que a morte? Talvez a pergunta mais clichê que existe, depois do “que é amor?”. Muitos levam a morte somente desse corpo físico e, independendo da crença de cada um, o que virá depois é &#8230;</p>
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		<title>Em que medida as leis Maria da Penha e do Feminicidio estimularam a redução das agressões à mulher em Salvador? Parte I</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/snowfall-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa, Rubian Melo, Wynne Carvalho, Isa Clara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2017 16:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do Feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NÓS METEMOS A COLHER A cidade de Salvador é a quinta capital do Brasil com maior taxa de homicídios de mulheres entre 2003 e 2013. Na Bahia, foram 41 mortes de mulheres brancas em 2013, enquanto no mesmo ano, 360 mulheres negras morreram. Os dados são do Mapa da Violência e nos revelam uma realidade &#8230;</p>
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