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II Marcha Internacional Contra o Genocídio do Povo Negro: não vamos enterrar nossa dor.

Cansado, humilhado e revoltado, Seu Jurandy desabafou a um jornal da capital: “Pelo menos essa dor vai passar. Vou enterrar dedo, pé, o que me derem.(…) A gente nunca imagina que uma pessoa vai fazer uma crueldade dessa com o filho da gente. Vamos à luta. Meu pai enterrou os filhos lá (em Serra Preta, município perto de Feira de Santana), lá tem a carneira da família. Não vou querer enterrar meu filho aqui. Muita dor, muita crueldade…”