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	<title>Gabi Porfírio, Author at Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Carta ao Orun</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprendi nos livros, nos terreiros que visitei, nos jogos de Ifá, nos caminhos que cruzaram os meus, algumas coisas sobre a morte. A 1ª delas – e isso pode parecer óbvio à primeira vista – é que ela existe. A morte existe. Entretanto, apesar de vê-la todos os dias, só de fato a sentimos quando &#8230;</p>
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		<title>Nota de escurecimento – ou sobre aqueles que já não deram certo.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jun 2017 16:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Branquitude]]></category>
		<category><![CDATA[denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Nota]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 17 de maio, a Instituição Evangélica de Novo Hamburgo – RS – promoveu uma atividade entre os alunos do Ensino Médio chamada “Se nada der certo”. Conforme as fotos divulgadas pelo site Bombô, os alunos se fantasiaram das mais diversas profissões: gari, empregada doméstica, frentista, ambulante, entregador de jornal, caixa de supermercado. A &#8230;</p>
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		<title>Entrevista com Yasmin Thayná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2016 16:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Kbela]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[yasmin thayná]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vontade de entrevistar Yasmin Thayná – diretora e roteirista do curta-metragem Kbela – já estava nos planos do BN desde Janeiro. A oportunidade veio no II Diálogo Nacional Sobre Violência Doméstica, promovido pelo Fundo Fale Sem Medo, resultado da parceria entre o Instituto Avon e o ELAS Fundo de Investimento Social. No segundo dia &#8230;</p>
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		<title>Pedra do Sal &#8211; aqui se respeita o samba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 15:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura negra]]></category>
		<category><![CDATA[Pedra do Sal]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pisar nas pedras da Pedra do Sal – monumento histórico e religioso tombado aos 27 de Abril de 1984 – é como pisar nas pedras da Praça Tiradentes construída com a ajuda do Mestre Monarco da Portela: é testemunhar uma parte da história do samba no Rio de Janeiro, que se confunde com a história &#8230;</p>
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		<title>Denúncia contra a Choperia Brazooka &#8211; Lapa, Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 16:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num sábado, dia 11 de julho, fui com um grupo de amigos à choperia Brazooka &#8211; Lapa, Rio de Janeiro. Quem me conhece sabe que eu sempre vou nesse bar, sempre comemoro meus aniversários lá, sempre quero levar lá pessoas que estão no Rio passando férias ou algum feriado. Sempre fui muito bem tratada no Brazooka, &#8230;</p>
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		<title>E foi isso que vi na Dra. Katleen: paixão. Paixão pelo que faz. Paixão em ser negra. Paixão por nós, mulheres negras.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 00:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrevistar a Dr. Katleen foi uma experiência muitíssimo agradável desde o começo. Na sala de espera, que eu dividia com pacientes dela e de outras dermatologistas, a voz que se ouvia era da Dra: falando alto, brincando, zoando as pacientes (“Você vai fazer a pele, né? Não? Cabelo? Por quê??? Não!! Você vai fazer a &#8230;</p>
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		<title>Tradução do discurso da Chimamanda para a turma de 2015 da Universidade de Wellesley</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2015 16:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negras Notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Chimamanda Adichie]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Privilégios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando li partes (já traduzidas) do discurso de Chimamanda Adichie para a turma de 2015 de Wellesley (http://www.geledes.org.br/chimamanda-ngozi-adichie-nao-silencie-essa-voz/#gs.52c53921cd104237945a6c8f5989978c), percebi que aquele discurso poderia ser dirigido não apenas a graduandas, cujas idades poderiam começar a variar a partir dos 23 anos, mas também a meninas mais novas, a meninas que já hoje vêm sendo ensinadas a &#8230;</p>
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		<title>#SomosTodasMucamas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 16:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ideologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Capitão do mato: a figura do capitão do mato, apesar de controversa, é uma das mais emblemáticas dentro do contexto de escravidão brasileira. Os capitães do mato eram homens negros alforriados que eram pagos para saírem à procura de outros homens também negros que haviam fugido de sua condição escrava. Encontrados esses homens, eles eram &#8230;</p>
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		<title>O que acontece quando não nos calamos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2015 17:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>
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		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
		<category><![CDATA[Marcello Melo]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[TW] Machismo; Misoginia; Racismo &#8211; Esse texto contém insultos e xingamentos, além de machismo explícito. . . . . . . . Com um intervalo de cerca de sessenta minutos, o ator e cantor Marcello Melo – atual campeão da Dança dos Famosos – postou duas fotos em seu instagram (@marcellomelojr) a fim de ridicularizar &#8230;</p>
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		<title>Rainhas e Madrinhas de Bateria: onde estão nossas mulheres negras das comunidades?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2015 14:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confesso que passei por muitas fases antes de começar a escrever esse texto (talvez até o final dele eu avance uma casa ou retroceda cinco&#8230;). A primeira motivação dele foi o mal estar provocado em amigas feministas negras quanto à escolha da figurinha carimbada quando o assunto é apropriação cultural, Claudia Leitte, como rainha de &#8230;</p>
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