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	<title>Maria Clara Araujo, Author at Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Desconfiem de quem se afirma decolonial, mas não rompe com o epistemicídio!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Clara Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 19:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pedagogia da Travestilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Decolonialidade]]></category>
		<category><![CDATA[encruzilhada]]></category>
		<category><![CDATA[epstemicídio]]></category>
		<category><![CDATA[travestilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é visto no Brasil são pessoas brancas mobilizando a decolonialidade, mas mantendo feridas epistêmicas abertas. Em um momento de emergência do projeto decolonial no Brasil, é preciso pautar o rigor e a ética intelectual. Esse movimento é importante frente constantes tentativas de esvaziar o que significa fazer a opção decolonial. Na minha leitura, &#8230;</p>
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		<title>A transfobia é um vício branco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Clara Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2018 15:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pedagogia da Travestilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres trans]]></category>
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		<category><![CDATA[visibilidade trans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 20 de novembro, pleno dia da Desobediência negra, Erica Malunguinho &#8211; a mulher que pariu um quilombo urbano falou uma frase que me marcou de maneira muito profunda: “a transfobia é um vício branco”. Dias, semanas depois ainda me vejo inquietada sobre o que essa frase significa. Principalmente, por Malunguinho logo depois ter &#8230;</p>
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		<title>Brasileiros possuem uma dívida histórica com as Travestis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Clara Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2016 15:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pedagogia da Travestilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Grite por elas]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Transfeminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedagogia da Travestilidade Quando procurei material que pudesse me auxiliar no início da transição, para minha surpresa, me deparei com uma situação que não esperava: o Brasil era/é o país que mais mata travestis e mulheres trans do mundo. Infelizmente, nós temos a metade do número mundial desses assassinatos. Ao absorver essas informações, questionamentos da &#8230;</p>
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		<title>Ensinando a Transgredir: a educação pode libertar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Clara Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2016 15:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pedagogia da Travestilidade]]></category>
		<category><![CDATA[bell hooks]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[transgredir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas primeiras páginas de “Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade” da bell hooks, uma nova ótica sobre educação foi posta para mim. Possibilidades, novas visões e questionamentos necessários tomaram conta de uma caloura em Pedagogia. Afinal, eu entro na Universidade Federal de Pernambuco questionando-me: afinal, o que é educação? O que pretendemos &#8230;</p>
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		<title>Angela Davis e a sua verdade sobre o que é ser radical</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Clara Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2016 14:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pedagogia da Travestilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Clara]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres trans]]></category>
		<category><![CDATA[Radical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesses tempos, o filme “As Sufragistas” tem ganhado visibilidade e, com isso, o debate sobre o que a película está disposta a retratar ganha como auxílio o emblemático discurso “Ain&#8217;t I A Woman?” da abolicionista afro­americana Sojourner Truth, na Convenção de Mulheres em Akron (1851). A reflexão de Truth é relembrada para questionar quais mulheres &#8230;</p>
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		<title>Por que os homens não estão amando as mulheres trans?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Clara Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2015 01:11:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transfeminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Clara Araujo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto originalmente publicado no blog Transfeminismo. Na única vez em que tive um namorado, o indivíduo ouviu de familiares que “trouxe um traveco” para dentro de casa. O que resultou, posteriormente, em sua expulsão. Desde lá, após ter sentido o impacto que minha construção identitária pode ter, negativamente, até mesmo na vida dos outros, eu &#8230;</p>
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		<title>Por que querem apagar as trans negras de Stonewall</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Clara Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 16:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transfeminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Marsha P. Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Stonewall]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Posts, compartilhamentos e conversas na inbox invadiram meu facebook sobre pensamentos em relação ao filme “Stonewall”. De início, fiquei um pouco surpresa com toda a movimentação em torno do trailer recém-lançado do filme. Por não saber que o mesmo existira até uns dias, acho que tenho chegado por último ao me dar o trabalho de, &#8230;</p>
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		<title>Solidão da mulher trans negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Clara Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 16:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transfeminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Marginalização]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
		<category><![CDATA[Visibilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentro das inúmeras produções que estão surgindo a partir da emergente visibilidade que as vivências trans estão ganhando, percebo que o campo da afetividade ainda se encontra negligenciado quando de frente a outros tópicos que estão, frequentemente, sendo discutidos. Por reconhecer a urgência de virmos a nos aprofundar nas questões afetivas e trazer questionamentos acerca dessas vivências, me propus &#8230;</p>
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		<title>Mulher trans negra e feminismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Clara Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2015 16:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transfeminismo]]></category>
		<category><![CDATA[afrotransfeminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro interseccional]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Clara Araujo]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres trans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criarmos diálogos acerca das experiências em torno da vida de uma mulher trans negra no Brasil, nos faz, facilmente, delimitarmos as situações, quase sempre deploráveis, que rondam a vida de alguém que, socialmente, tem as penalizações que vive sendo naturalizadas e invisíveis demais para a grande população dar-se conta e chegar a se importar. Esses &#8230;</p>
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