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	<title>Urbanidade Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Se essa rua fosse minha. Morte e morte nas grandes cidades.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Charô Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 15:52:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desurbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rua]]></category>
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		<category><![CDATA[urbanidade; direitos; cidade; transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A calçada por si só não é nada. É uma abstração. Ela só significa alguma coisa junto com os edifícios e os outros usos limítrofes a ela ou a calçadas próximas. Pode-se dizer o mesmo das ruas, no sentido de servirem a outros fins, além de suportar o trânsito sobre rodas em seu leito. As ruas e suas calçadas, principais locais públicos de uma cidade, são seus órgãos mais vitais. Ao pensar numa cidade, o que lhe vem à cabeça?</p>
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		<title>Vanzinha: o transporte complementar do morro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Taynã Olimpia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2021 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[urbanidade; direitos; cidade; transporte]]></category>
		<category><![CDATA[van; morro;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem morro que ônibus não sobe. As ruas, já estreitas, ficam ainda mais apertadas quandofazem do meio fio um estacionamento. Carro e moto passa, contanto que respeitem oesquema de Tetris automobilístico. No meu bairro, rodeado por esses morros, tem uma opçãoque alivia as pernas cansadas de subir ladeira: a vanzinha. Ela resgata quem mora no &#8230;</p>
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		<title>Coronavrírus nas periferias 001 Laudo de Revolta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 17:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[CoronaVirusNasPeriferias]]></category>
		<category><![CDATA[Favelas]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Áudio exclusivo de conversa com Yane Mendes. Edição e parceria Rádio Aconchego Dá o play! Eu Yane Mendes moradora da favela do Totó e Cidicley Fágner conhecido na favela do Canal do Arruda como Caixa resolvemos colocar para fora nossa revolta diante de toda situação que estamos passando diretamente com essa pandemia do vírus codiv19. &#8230;</p>
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		<title>De Luiza Mahin à Mônica Cunha: Feliz dia das Mães para quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 May 2018 16:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das mães]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
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		<category><![CDATA[Mães de maio]]></category>
		<category><![CDATA[Meninos negros]]></category>
		<category><![CDATA[violência policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu iniciei  esse pequeno texto quatro vezes e em todas elas eu só conseguia pensar “cárcere ou cemitério”, pois é esse o sentimento de todas as mães pretas de filhos pretos. Não importa o quanto a sociedade queira pregar sobre ( o mito ) da democracia racial, vivemos num mundo onde a mãe preta precisa &#8230;</p>
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		<title>Onde estão as mulheres negras na Arquitetura e no Urbanismo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Barbara Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 May 2018 16:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetas negras]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enfrentar a invisibilidade é o que delimita, de modo geral, o percurso das mulheres negras na arquitetura e no urbanismo, tanto das que sonham em ser, quanto das que já são profissionais da área. Essa invisibilidade vai além dos registros históricos e chega ao presente, demarcando a presença de poucas dentro e fora das salas &#8230;</p>
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		<title>O mito da democracia territorial – Uma breve introdução </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Lucena]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2018 16:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
		<category><![CDATA[Ocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Território]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para além da população nubente que sugere o antigo ditado &#8216;quem casa quer casa&#8217; existe um grande número de pessoas que também querem e necessitam de moradia adequada para viver.  Dentre as diversas camadas de exclusão que se sobrepõe a uma mesma população, o assunto sobre moradia permanece ainda cercado de muitos mitos e ressoa em tons meritocráticos.  Um dos fortes mitos &#8230;</p>
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		<title>A invisibilidade da mulher negra na mobilidade</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-invisibilidade-da-mulher-negra-na-mobilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Livia Suarez e Jamile Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2016 15:50:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Invisibilidade negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faltam segurança, ciclovia, conscientização política, social e racial. Precisamos enegrecer a mobilidade, esse espaço também é nosso. </p>
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		<title>Nosso morar de cada dia. Vivências urbanas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pabline Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2015 16:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Estado racista]]></category>
		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando eu tinha 15 anos de idade, minha avó paterna faleceu. O meu pai, já havia falecido dois anos antes. Tendo eu e meu irmão como netos, ela optou por deixar para sua neta seu humilde barraco de 3 cômodos, no quilombo urbano que compreende o Morro das Pedras, zona oeste da capital mineira. Anteriormente, &#8230;</p>
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		<title>Oh! Minas Gerais, Oh! Minas Gerais. Suas ladeiras históricas têm sangue demais. Oh! Minas Gerais!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Melina Sousa da Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2015 16:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[População negra]]></category>
		<category><![CDATA[Território]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É complicado entender o que é se sentir negra no Estado de Minas Gerais. Desde que me entendi e me reconheci enquanto negra, me inseri em movimentos de negritude e me tornar uma negra em movimento, tenho me questionado acerca da identidade negra nesse estado. De acordo com os dados do IBGE em 2010, 53,5% &#8230;</p>
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		<title>O lado “negra” do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paloma Augusta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 16:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[sul]]></category>
		<category><![CDATA[Xenofobia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é ser uma nordestina, negra morando no Sul do Brasil? Para mim representa a inserção em uma cultura totalmente distinta, fazer parte de grupos com os quais nunca tive experiências de convívio, aprender com eles, aumentar minha bagagem cultural e circular como uma cidadã comum, igual a todos. O que tem sido? Um &#8230;</p>
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