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	<title>Ancestralidade Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Lições de uma Preta Velha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ticiane Caldas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 18:08:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[Preta Velha]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagem: Helida Costa Certa vez, uma Preta Velha me disse: “Vocês têm muita pressa enquanto estão no mundo dos vivos”. Suas palavras ressoaram em mim e, desde então, comecei a observar melhor nossos comportamentos. Aos poucos, compreendi o que ela queria dizer. Temos pressa para crescer, mas depois nos queixamos da vida adulta. Temos pressa &#8230;</p>
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		<title>O desfazer da trama e a celebração da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabelle Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 17:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagem: Aline Bispo / Torto Arado (Adaptada) Há cerca de quatro anos, venho transformando o dia 25 de julho em uma data de destaque e reflexão sobre minha existência. Essa data entrou na minha vida como a voz de minhas ancestrais encantadas, que sussurravam e, às vezes, bradavam: “desfaça a trama imposta a nós, celebre &#8230;</p>
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		<title>A ancestralidade negra e indígena: a importância da coletividade, da preservação cultural e da luta contra a demonização das religiões de matriz africana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lays Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 15:36:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Candomblé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nossa comunidade precisa sempre lembrar da importância e da necessidade de cuidarmos uns dos outros. A nossa coletividade foi o ponto-chave fundamental para chegarmos até aqui como sociedade. O conceito de individualidade é uma criação recente, limitada, arcaica, ocidental e branca! Todos nós dependemos uns dos outros e devemos valorizar essa co-dependência e tornando vivo &#8230;</p>
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		<title>Não diga que estamos mortas, pois ainda somos palavra Resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dizem que estamos mortas, mas esquecem que de onde viemos o culto a morte gera vida. Morrer para renascer. Ancestralizar para resistir. Por isso que resistência é valor de búzio que confirma ou não nossos caminhos de existir.<br />
Não diga que estamos mortas, pois ainda somos palavra Resistência.</p>
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		<title>Insubmissa existência ancestral, um corpo negro no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dai Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 16:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um corpo negro no mundo. Um corpo negro e feminino no mundo. Ser negra é continuar desbravando o mundo cheia de ferida aberta não curada. Ser mulher é lutar diariamente para não virar estatística do feminicidio. Nesse eterno looping cansativo, nossos corpos negros precisam de curas diárias para continuar a caminhada. Começar uma escrita falando de dores &#8230;</p>
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		<title>Quem antecede e quem me sucede</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayara Assuncao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 16:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Raízes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Saravá jongueiro velho Que veio pra ensinar Que Deus dê a proteção pro jongueiro novo pro Jongo não se acabar&#8221; (Jefinho &#8211; Jongo de Tamandaré) &#160; Todas as vezes que eu envio um texto para ser publicado, me pedem que eu envie também uma “mini bio”. É comum em “rodas de conversa” ou palestras que &#8230;</p>
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		<title>Aprender a cuidar da nossa saúde olhando o passado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliete Vitorino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2018 15:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina tradicional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Aquele que aprende, ensina.&#8221; (Provérbio Africano) &#160; O continente africano é composto por 54 países é lá que inicia a vida humana, a cultura desse continente é muito diversa, com povos de diferentes costumes, logo quando eu citar África  no texto é longe de ser uma romantizacão ou a intenção de transformá-la em uma unidade, &#8230;</p>
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		<title>O Sagrado Feminino: olhando pra além do próprio útero.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaqueline de Oliveira e Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2017 15:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[sagrado feminino]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sagrado Feminino (SF), movimento que tem se tornado bastante popular nos últimos anos, é considerado pelas adeptas como uma “filosofia de vida” que defende a conexão (ou reconexão) da mulher com o que ela teria de “essência sagrada”. Essa filosofia defende a compreensão do ciclo feminino, a menstruação, e sua conexão com aspectos da &#8230;</p>
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		<title>Miragens de canaviais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flora Regina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2016 16:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Flora]]></category>
		<category><![CDATA[Memórias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Miro a cana doce Uma vaga lembrança ecoa Em cantos míticos louvados Palmeiras nascem Regam o meu corpo &#160; Frutos amargos Quebrados no silêncio onírico Acolhe em sentimentos retalhados Quilombos Meus pés Eu Ocultados nos meus pensamentos &#160; Séculos de chumbo A Carne desfalece Rouca voz emerge Sem saber o por que? &#160; Arrancados Amordaçados &#8230;</p>
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		<title>Nós entre outros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 15:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Invisibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[irmãndade]]></category>
		<category><![CDATA[Lélia Gonzales]]></category>
		<category><![CDATA[referência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enveredando nos assuntos achados dentro e fora das redes, é perceptível a busca por uma homogeneização identitária através de alguns discursos coletivos ou individuais. Em Negritude &#8211; Usos e Sentidos de Kabengele Munanga , ele nos trás a seguinte reflexão: “Se o processo de construção da identidade nasce a partir da tomada de consciência das &#8230;</p>
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