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Estética: Liberdades, Moda e Identidade

Ai é que eu afirmo que avançamos, mas ainda estamos num campo perigoso. Por que ser socialmente aceito como exótico, não é lá uma vantagem. É “menos pior” do que ser rejeitado, mas ainda não é uma liberdade plena conquistada. A moda afro ter avançado no mercado tem, no momento, que conviver com essa faca de dois gumes: sair de territórios demarcados para galgar uma universalidade, mas em contrapartida ainda não ser encarado com naturalidade: ser sempre a moda do OUSADO, do super fashion, do Cult, menos o traje de uma identidade afirmada.