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	<title>Genocídio Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Não diga que estamos mortas, pois ainda somos palavra Resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dizem que estamos mortas, mas esquecem que de onde viemos o culto a morte gera vida. Morrer para renascer. Ancestralizar para resistir. Por isso que resistência é valor de búzio que confirma ou não nossos caminhos de existir.<br />
Não diga que estamos mortas, pois ainda somos palavra Resistência.</p>
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		<title>Jamais aprendemos a morrer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Santiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[aviso de gatilho: dor, morte, genocídio] . . . . . A morte De quatro em quatro dias, Iku vinha à cidade de Ilê-Ifé munida de um cajado e matava indiscriminadamente as pessoas. Nem mesmo os Orixás podiam com Iku. Um cidadão prometeu salvar as pessoas. Para tal, confeccionou uma roupa feita com várias tiras &#8230;</p>
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		<title>LUGAR DE FALA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mônica Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, eu vou falar. Dessa pauta indecente, Imoral&#160;mas persistente. Que há séculos nos acompanha. Racismo. Nem “mi mi mi”, nem brincadeira. É uma pancada forte e traiçoeira, que erroneamente tenta nos diminuir. Muitas histórias, Contadas pela metade. Ferem e violam a nossa dignidade. Desvalorizando a ancestralidade e a cultura. Uma estrutura, que a sociedade nega &#8230;</p>
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		<title>Porque não vou falar de Miguel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elisa Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infância e Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio da juventude negra]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não vou escrever nada porque não posso. Não tenho direito. Tenho trava na garganta. Quando tinha 5 anos de idade, minha filha fez uma daquelas birras de criança, queria ir brincar lá embaixo. Era hora do almoço eu disse não. Inconformada, ela abriu a porta e saiu. Desceu correndo as escadas e logo alcançou a &#8230;</p>
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		<title>Desesperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elisa Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2020 18:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Infância e Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio da juventude negra]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude negra]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Morte Jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aviso de gatilho &#8211; Desesperança, raiva, tristeza . . . Me dá uma desesperança danada quando vejo as vozes dos jovens pretos chorando as dores que carregam em seus pesados corpos com tão pouco tempo de vida.Eu choro com eles porque não posso tirar essa dor do peito deles.Choro porque lutei tão pouco para evitar &#8230;</p>
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		<title>Um corpo negro na rua e um alvo nas costas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laila Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 16:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[ódio]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Gonzaga]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Breve olhar sobre o mito do racismo velado Numa manhã de domingo dessas, fui à varanda de casa e vi um grupo de homens negros, jovens e mais velhos, todos muito felizes atravessando à rua com sacolas de cerveja a caminho da praia. Ver aquela alegria, um mexendo com o outro me contagiou, mas logo &#8230;</p>
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		<title>“Enquanto eu escrevo”: a descolonização do Saber e o Epistemicídio do Conhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2018 16:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Epistemícídio]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Sueli carneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria Feminista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2016, a maior parte da população é negra, com 54%. No entanto, como ressalta Iray Carone (2002), o mito da democracia racial, construído no século XIX, surge como uma ideia em que o negro negasse a si mesmo para que assim pudesse se &#8230;</p>
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		<title>De Luiza Mahin à Mônica Cunha: Feliz dia das Mães para quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 May 2018 16:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das mães]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Mães de maio]]></category>
		<category><![CDATA[Meninos negros]]></category>
		<category><![CDATA[violência policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu iniciei  esse pequeno texto quatro vezes e em todas elas eu só conseguia pensar “cárcere ou cemitério”, pois é esse o sentimento de todas as mães pretas de filhos pretos. Não importa o quanto a sociedade queira pregar sobre ( o mito ) da democracia racial, vivemos num mundo onde a mãe preta precisa &#8230;</p>
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		<title>Respeitem a memória de Marielle Franco. Foi assassinato.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2018 16:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio da mulher negra]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nada parece adiantar, nada fará com que essa noite seja tranquila para toda e cada uma das mulheres negras desse país. Algumas de nós já estão reunidas, seja virtual ou presencialmente. Outras, acompanham sozinhas as notícias com perplexidade. Muitas já estão organizadas para o dia de amanhã que logo será hoje. Estamos em vigília, rezamos, &#8230;</p>
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		<title>Maria Aparecida: a morte não mais encabula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaina Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2018 16:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Chacina do Cabula]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[salvador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O texto é uma crônica criada a partir da notícia do caso do Cabula que completa 3 anos &#160; Às cinco horas da manhã Maria Aparecida pôs o café para coar enquanto acordava os seus filhos. Acordou os dois mais novos e começou a observar o corpo do mais velho em sono profundo. Marcos estava &#8230;</p>
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