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	<title>Aline Silveira, Author at Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Mulheres invisíveis e encarceradas no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 15:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Encarceramento]]></category>
		<category><![CDATA[racismo estrutural]]></category>
		<category><![CDATA[seletividade penal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Hoje é a quarta da vaidade. A mulherada faz um corre, a unha, se arruma, se perfuma e passa o dia atras das grades!” (​Do lado de fora da muralha &#8211; Dina Di​) Em outubro de 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu o direito a grávidas e mães de crianças de até 12 anos &#8230;</p>
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		<title>Clementina de Jesus: a Rainha Quelé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Nov 2018 15:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Negras Notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Cantora negra]]></category>
		<category><![CDATA[Cantoras]]></category>
		<category><![CDATA[Clementina de Jesus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Revelada aos 63 anos de idade, Clementina deu voz à ancestralidade africana por meio do samba. Clementina de Jesus, também conhecida como Quelé, nasceu um pouco mais de uma década após a falsa abolição, no dia 7 de fevereiro de 1901, na cidade de Valença, região cafeeira do estado do Rio de Janeiro. Quelé, neta &#8230;</p>
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		<title>“Enquanto eu escrevo”: a descolonização do Saber e o Epistemicídio do Conhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2018 16:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Epistemícídio]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
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		<category><![CDATA[Teoria Feminista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2016, a maior parte da população é negra, com 54%. No entanto, como ressalta Iray Carone (2002), o mito da democracia racial, construído no século XIX, surge como uma ideia em que o negro negasse a si mesmo para que assim pudesse se &#8230;</p>
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		<title>Ser preta é foda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 16:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Ser preta no Brasil é foda É ser preterida É não ter autoestima É entrar para as estatísticas de mães solteiras é ter 54% de chances de ser morta. Ser preta é não receber visitas no Madre Pelletier. É usar miolos de pão como absorventes. É enterrar os filhos, vítimas de 111 balas perdidas. Ser &#8230;</p>
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		<title>Nunca foi caso de amor: a hiperssexualização dos nossos corpos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2016 15:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Hipersexualização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#8220;É chamado de mulato Aquele que é misturado Um dos pais é de cor negra Sendo o outro branqueado Mas a miscigenação No início da nação Foi um mal desnaturado. Nunca foi caso de amor Como se pode alegar Era caso de estupro (&#8230;) Essa palavra “mulata” Ela não me representa Não sou cria &#8230;</p>
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		<title>Todo PODER ao povo: precisamos falar sobre o genocídio dos negros nos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2015 16:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Ku Klux Kan]]></category>
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		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Pessoas que estão encarceradas dizem que um homem negro na Casa Branca não é suficiente para anular um milhão de homens negros na casa-grande, ou seja, no sistema carcerário” (Angela Davis) No sábado de 18 de julho no Estado da Carolina do Sul centenas de pessoas participaram de atos a favor e contra a remoção &#8230;</p>
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		<title>A cultura negra é popular, mas as pessoas negras não</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2015 14:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Apropriação]]></category>
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		<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Música negra]]></category>
		<category><![CDATA[Rap]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Everybody wanna be black, but don&#8217;t nobody wanna be black&#8221; Paul Mooney Uma nova galera anda frequentando os shows e festas de música negra. Esse público de boné e roupas cool tem tornado o rap/hip-hop em mainstream. Se engana quem pensa que estou falando de inclusão da black music pelos brancos, estou falando de apropriação &#8230;</p>
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		<title>A intelectualidade negra e a invisibilidade nos espaços acadêmicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2014 15:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cotas]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se juntarmos todos os professores de algumas das principais universidades do país (UFRGS, USP, UFRJ, Unicamp, UNB, UFCAR e UFMG) teremos um contingente de 18.400 acadêmicos, entre quais 18.333 são brancos e 70 negros, ou seja, são 99,6% de professores brancos, contra 0,4% de professores negros. </p>
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		<title>Lugar de negro é onde ele quiser</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2014 16:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cotas]]></category>
		<category><![CDATA[Negros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É hora da sociedade gaúcha, que tem um longo histórico racista, aceitar que a universidade é para todos. E que lugar do negro não é mais na cozinha do restaurante universitário. Negros não são mais os porteiros que vocês cumprimentam na entrada da faculdade.</p>
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		<title>O mito do Rio Grande do Sul branco e a luta pela visibilidade das mulheres negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2014 16:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Luta]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio Grande do Sul é apontado, ainda hoje, como reduto europeu. O significante deslocamento de imigrantes alemães e italianos para o sul do Brasil reforçou o mito da ausência de negros e índios por aqui, dois grupos étnicos que historicamente prestaram inestimável contribuição para a construção da riqueza desse estado.</p>
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