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	<title>Cotidiano Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>sobre Ayo:</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Resende]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 16:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>foi como num filme que dessas histórias que a gente escuta que tudo vai passar. a gente ouve de fulano que primeiro o sol e depois a sombra, e de ciclano the sun rises even after the darkest nights ou levanta preta. eu falo desses frases cheias de emoções que vem de bocas que ajuda &#8230;</p>
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		<title>Well, aconteceu em Peckham</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudia Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 16:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaio fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Expatriada]]></category>
		<category><![CDATA[Rua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje estive em Peckham e a ‘vivi’ diferente. Já lá estive diversas vezes, mas uma coisa é ir a um local específico, adquirir algo e nada mais. O foco está no movimento-aquisição e tal. Outra foi ir e ter estado lá a enxergar, tocar, vivenciar as coisas. Na verdade, a contemplar. O olhar que me &#8230;</p>
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		<title>O RACISMO NOSSO DE CADA DIA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Barbara Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2017 16:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[#ForaTemer]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É algo comum depararmos com argumentos que, para menosprezar as manifestações contra racismo, afirmam que não há mais racismo em nossa sociedade, que há um excesso do “politicamente correto” ou que a população negra assumiu uma postura de vítima nos últimos tempos. Mas a realidade é bem diferente, e pode-se perceber diante disto, que a &#8230;</p>
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		<title>Um caminho para si</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Denise Do Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2016 16:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Luta]]></category>
		<category><![CDATA[Mula]]></category>
		<category><![CDATA[Mulata]]></category>
		<category><![CDATA[Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulata, mulata, mulata – disse para si mesma diante do espelho. Mulata, mulata, mulata – repetiu e não tinha mais a certeza da palavra que sempre a silenciou. Mulata, mula&#8230; Será? Era o que ela queria ser? A vida toda sem falar alto, sem gestos bruscos, sem gargalhar, aprendendo a se comportar, estudando, trabalhando, duas &#8230;</p>
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		<title>Uma Self com Filtro Feminista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Viviane Angelica]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2016 15:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empoderamento]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Visibilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bailamos à resistência e nos trançamos numa rede tão grande e poderosa quanto a crina da égua que me trouxe a galope pela cordilheira. E assim deixamos um rastro infinito de arco-íris, porque afinal de contas, pavão também voa.</p>
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		<title>Irmãs de luta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joyce de Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2015 17:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Luta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nascer do dia&#8230; Nunca pensei que o nascer do dia fosse significar tanto quanto significou naquele momento em que me senti só. É como se a luz do sol sorrisse para mim, como se abrisse os braços e quisesse me acolher. Foi estranho. Foram poucos minutos. Mas, nossa, eu não saberia explicar o quanto &#8230;</p>
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		<title>Do que me lembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Monique Britto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2015 16:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[escrevivências]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há dias venho tentando escrever e não consigo Penso temas, começo parágrafos, mas desisto e apago. Só hoje esse já é o quarto texto que estou começando e não sei se vou acabar. É certo que quero falar das questões das mulheres negras, mas são tantas. E é certo que preciso ser assertiva e coerente &#8230;</p>
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		<title>É banzo minha filha, banzo&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Teresa Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 14:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Banzo]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>*Banzo (do quimbundo mbanza, &#8220;aldeia&#8221;) era como se chamava o sentimento de melancolia em relação à terra natal e de aversão à privação da liberdade praticada contra a população negra no Brasil. Palavra usada quando sentiam saudades ou falta muito dolorosa de seu lugar de origem ou de uma pessoa em especial, muitos morriam de banzo, ou melhor, durante o período &#8230;</p>
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		<title>Uma mulher negra empoderada incomoda muita gente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Viviana Santiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2015 14:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Empoderamento]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sou notívaga. Sempre fui. Já tive na adolescência a fase de varar madrugadas assistindo a àqueles filmes água-com-açucar, já tive a fase de amanhecer acordada estudando pro vestibular, depois me vi acalmando recém-nascido, ou chorando sozinha por um amor perdido, uma humilhação sofrida ou um sonho que teve que ser esquecido, e por fim me &#8230;</p>
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		<title>&#8220;Burra e feia”. Assim falou o racista</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/burra-e-feia-assim-falou-o-racista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nathalia Diorgenes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 14:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Injúria]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estava com uma amiga branca tomando uma cerveja no bairro onde moro no domingo a noite – 09/11/2014. A mesa da frente tinha quatro meninos, três negros e um branco com uma camisa identificando que era estudante de odontologia, que chegou no bar dirigindo uma Hilux. Convidaram-nos para sentar com eles. Insistiram. Fomos. “Não custava &#8230;</p>
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