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Não traremos a redenção em nossos ventres: Maternidade e Embranquecimento

Meu diálogo nesse texto é com todas as mulheres negras que tem qualquer relação de grande afeto com uma criança – seja mãe/avó/tia/madrinha/vizinha, isso não importa. É uma tarefa dura se posicionar politicamente quando o assunto envolve nossos filhos e crianças amadas: por mais que possa parecer elogioso para uma mãe ver um filho sendo super valorizado e celebrado seja pelo motivo que for é importante atentar para as questões raciais que um simples elogio pode carregar.
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Uma carta de amor aberta para o meu filho: Sobre luto, amor e maternidade negra

Eu, uma mãe negra de um menino negro, entendia e conhecia a dor que Sybrina Fulton (a mãe de Trayvon Martin) estava experienciando através de um intenso sentido de empatia diaspórica que atravessava/cruzava o tempo e o espaço. E eu estava petrificada pelo pensamento de perder você, ou ser mais uma mulher negra perdendo mais um filho negro. Novamente, outro assassinato de outra criança negra mal interpretado como um homicídio justificável me forçou a a confrontar o pânico secreto e tendencioso com relação ao gênero sobre maternidade negra que eu tinha carregado comigo desde que eu era uma criança.