Sexualidade

Eu não sou a menina cândida – racismo, servidão e relacionamentos abusivos

Libertar-se de um relacionamento abusivo vai além de terminar a relação e afastar-se do misógino em questão. Precisamos atravessar muitas fases para que se consiga reconstruir-se e entender o que se viveu. Depois de nos tocar da vida infeliz que estamos levando e nos libertar do parceiro algoz, ainda leva-se um tempo para superar o trauma, deixar de fugir do medo e encará-lo de frente, encarar o que se viveu e dar voz a si mesma.