Então, com esse questionamento inicio o meu texto para falar, enquanto mulher negra, lésbica e de periferia. Sou oriunda de bairro popular, conheci o feminismo fora dos escritos registrados em inúmeras teorias, defendidas e recusadas pelas várias formas de vivenciá-las. A Mulher Negra de Periferia conhece o Feminismo na sua luta diária, luta por sobrevivência …
23 de março de 2015

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