Minha contribuição é para que possamos analisar e refletir essa questão afetiva com menos ideais e mais tato; menos cobrança e mais empoderamento. Acredito ser muito ingênuo a ideia de que só o amor afrocentrado é que cura tudo e liberta. Olhem ao redor. Apurem os sentidos. Ouçam, vejam, sintam.
10 de outubro de 2014
7 de outubro de 2014
30 de setembro de 2014
29 de setembro de 2014
26 de setembro de 2014
25 de setembro de 2014
22 de setembro de 2014















